1998
Inteligência e sensibilidade
Público - Julho 98 | Crítica por Cristina Fernandes
“A ausência dos recursos específicos do órgão é compensada por Ana Mafalda Castro de forma imaginativa, não só pela escolha dos registos do cravo, mas, principalmente, através da variedade da articulação, da ornamentação, dos matizes sonoros, de uma sábia gestão do impulso rítmico ou da criação de efeitos de surpresa, tornando plenamente eficaz a evocação da luta alegórica entre o Bem e o Mal, subjacente a este género musical. (…)”