CRITICS

  • 1988

    Barroco Magistral

    Diário de Notícias - Março 88 | Crítica de música por José Blanc de Portugal

  • 1991

    Pizzi e a máquina maravilhosa

    Jornal Independente - Fevereiro 91 | Crónica Rui Vieira Nery

    “(…) mas especialmente, com a revelação de Ana Leite de Castro como uma fabulosa executante de baixo contínuo, com uma noção perfeita do impulso rítmico e de suporte harmónico a dar a cada passo aos seus solistas e demonstrando - em particular num intervalo virtuosístico do segundo acto - um domínio técnico que a afirma, desde já, como a maior cravista portuguesa.”

  • 1991

    Os “Descobrimentos” da música portuguesa

    Público - Janeiro 91 | Crítica por Mário Mateus

  • 1992

    Ana Mafalda Castro em obras de Seixas

    Diário de Notícias - Outubro 92 | Crítica por Fernando Pires

  • 1992

    Mestria moderna em música antiga

    Público - Setembro 92 | Crítica por João Paes

    “(…) Ketil Haugsand e Ana Mafalda Castro (em cravo) pertencem à segunda geração dos modernos executantes da música dita antiga - música anterior. (…) Foi assim - e que animado foi! - que os dois cravistas se encorajaram mutuamente num permanente despique de perícia e de imaginação, no admirável manifesto de individualismo ( à margem de modas e partidos) que é o Concerto para dois cravos em fá maior de Wilhelm Friedemann Bach.”

  • 1994

    Um novo velho “Orfeo”

    Público - Fevereiro 94 | Crítica de música por Luís M. Alves

    “(…)(valorizando as intervenções de (…) Ana Mafalda Castro no cravo) permitiu que também em S. Carlos se redescobrisse uma verdade interpretativa de há muito ignorada nas produções de teatro.”

  • 1994

    A Ópera e a morte

    Público - Novembro 94 | Crítica de música por Augusto M. Seabra

    “(…) um efeito de ressonância obtido nas cordas do cravo ( e bravo à instrumentista, Ana Mafalda Castro, que encontrou o meio de obter uma sonoridade que creio nunca antes ter ouvido).”

  • 1994

    Glória

    Público - Dezembro 94 | Crítica de música por Fernando C. Lapa

  • 1994

    Encantos da regularidade

    Público - Dezembro 94 | Crítica de música por Fernando C. Lapa

  • 1998

    Uma pequena jóia

    Público - Julho 98 | Crítica de música clássica por Virgílio Melo

  • 1998

    O violoncelo no séc. XVIII

    A Capital - Julho 98 | Crítica por Alejandro Erlich Oliva

    “Ana Mafalda Castro e Manuel Póvoa tecem em volta do violoncelo um baixo contínuo de luxo. Os certeiros arpeggiatti e ornamentações do cravo e a nítida articulação do contrabaixo constroem uma base harmónico-rítmica sempre viva, metricamente disciplinada mas jamais mecanicista, que permite ao instrumento solista respirar saudavelmente. Os três intérpretes estabelecem juntos uma subtil atmosfera de elegância e serenidade que acompanha cada instante destes fantásticos 45 minutos de música de câmara.”

  • 1998

    Inteligência e sensibilidade

    Público - Julho 98 | Crítica por Cristina Fernandes

    “A ausência dos recursos específicos do órgão é compensada por Ana Mafalda Castro de forma imaginativa, não só pela escolha dos registos do cravo, mas, principalmente, através da variedade da articulação, da ornamentação, dos matizes sonoros, de uma sábia gestão do impulso rítmico ou da criação de efeitos de surpresa, tornando plenamente eficaz a evocação da luta alegórica entre o Bem e o Mal, subjacente a este género musical. (…)”

  • 1998

    Ana Mafalda Castro “a solo”

    A Capital - Julho 98 | Crítica ao CD “Música Portuguesa para Tecla Séculos XVI e XVII - Ana Mafalda Castro” por Alejandro Erlich Oliva

    “Ana Mafalda Castro é uma das principais figuras na jovem geração de cravistas portugueses. (…) Este disco, lançado recentemente em Lisboa, constitui uma cabal demonstração de solidez técnica e de maturidade discursiva, ao serviço de um reportório de indubitável importância histórica na evolução da música de matriz autoral portuguesa”

  • 1998

    O bom-gosto nunca vem tarde

    Diário de Notícias - Junho 98 | Crítica ao CD “Música Portuguesa para Tecla Séculos XVI e XVII” por Bernardo Mariano

    “Intérprete ao cravo é Ana Mafalda Castro, reconhecidamente a mais importante cravista portuguesa depois de Cremilde Rosado Fernandes.”

  • 1998

    O esplendor do barroco italiano

    Público - Maio 98 | Crítica de música ao grupo “Foral” por Virgílio Melo

    “Este agrupamento, criado em 1990, tem vindo progressivamente a afirmar o seu lugar no panorama não muito vasto da interpretação da música antiga em Portugal. Constituem-no quatro excelentes músicos: Ana Mafalda Castro, (…) qualidade de excelência do contínuo, a cargo de Miguel Ivo Cruz e Ana Mafalda Castro.”

  • 1998

    Grande Fantasia

    Jornal de Letras - Abril 98 | Crítica de música por Teresa Manzoni

    “A começar pelo 1º violoncelo da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Irene Lima. Com ela tocam Manuel Póvoa, contrabaixo, e Ana Mafalda Castro, no cravo. O perfil sonoro, adequadamente adaptado ao estilo Barroco e Clássico, concilia obras de Vivaldi e Boccherini (…)”

  • 1998

    Percursos da música de tecla

    Público - Setembro 98 | Crítica

    “O resultado obtido por Ana Mafalda Castro é plenamente convincente e especialmente digno de nota, se pensarmos que o cravo utilizado tem apenas dois registos. (…) A monotonia é um perigo iminente, mas Ana Mafalda Castro consegue sempre superá-la, quer através da sua inteligente compreensão das obras (veja-se por exemplo o seu domínio da construção intrincada da Fantasia do 1 tom, de Pedro de Araújo, registada pela primeira vez em disco), quer pela sua sensível e transbordante musicalidade.”

  • 1999

    Lugares da música portuguesa

    Público - Janeiro 99 | Crítica

    “Ana Mafalda Castro manteve em todo o programa aquela discreta eficiência que a música barroca pede ao cravo”

  • 1999

    Cenários de expansão - Balanço 1998 Música portuguesa

    99 | Crítica

    ““Música Portuguesa para Tecla - séculos XVI e XVII” por Ana Mafalda Castro (EMI Classics) proporcionou uma amostragem dos principais géneros para tecla deste período da autoria de compositores como António Carreira, Manuel Rodrigues Coelho ou Pedro de Araújo (…) ”

  • 1999

    Novas do parentesco entre teatro e música | Ciclo “O regresso da concha acústica” a partir de hoje no Teatro Nacional S. João, com quatro espetáculos

    Jornal de Notícias - Julho 99 | Crítica à ópera “Lo speziale (O boticário)

    “Há cinco atores e quatro cantores e nos músicos, onde está a orquestra de câmara Musicaré, surge à cabeça a estimável cravista portuguesa Ana Mafalda Castro - que é só uma das mais exímias portuguesas na abordagem do peculiar instrumento.”

  • 1999

    Música de irresistível sedução

    Público - Fevereiro 99 | Crítica de música por Cristina Fernandes

    “A prestação do Grupo Coral Olisipo, com uma óptima sonoridade e precisão técnica e a componente instrumental foram outros pontos fortes. (…) solidez no suporte do baixo contínuo - Katie Rietman (violoncelo) , Ana Mafalda Castro (cravo) e Nuno Torka (tiorba) - onde se destacou a imaginação e variedade da realização cravística.”

  • 1999

    Bach, o “B” que faltava

    Público - Março 99 | Crítica de música por Alexandre Delgado

    “Domingo à tarde na Aula Magna da Reitoria, o excelente maestro Georg Alexander Albrecht deun-nos um Bach provecto mas de bom gosto, talvez homogéneo demais para uma suite de danças. Com uma orquestra apropriadamente reduzida e cravo (excelente Ana Mafalda Castro) (…)”

  • 2001

    Estúdio de ópera está no bom caminho

    Diário de Notícias - Maio 01 | Crítica de clássica por Bernardo Mariano

    “Óptima e surpreendente foi a prestação do nóvel Remix-Orquestra de Jovens, ou seja, o original aumentado para 27 elementos. Agilidade, sentido rítmico, boas sonoridades individuais e de conjunto são qualificativos que lhe assentam bem, alicerçado o todo pela sabedoria de Ana Mafalda Castro no cravo.”

  • 2001

    Um cravo enérgico | Perfil - Ana Mafalda Castro

    Público - Janeiro 01 | Crítica/entrevista por Lucinda Canelas

  • 2001

    Música, no coração deles

    Público - Setembro 01 | Crítica/entrevista

  • 2002

    As ilimitadas surpresas do cravo

    Público - Cultura - Novembro 02 | Crítica de música por Cristina Fernandes

    “O caráter cravístico e a sedução sonora da obra de Pinho Vargas, a inteligente escolha do programa e a entrega emocional de Ana Mafalda Castro (…) Seria fácil prever que o recital de Ana Mafalda Castro no Festival Internacional de Música de Mafra seria um momento especial e, de facto, assim sucedeu. Para além do já conhecido profissionalismo da cravista e de um programa raro e interessante, encadeado de forma inteligentíssima, a razão de peso era a estreia mundial da peça que António Pinho Vargas, seu marido, lhe dedicou. (…) Marcada por grandes constrastes e um forte impacte sensorial, trata-se de uma peça que solicita ao intérprete um enorme virtuosismo, ao qual Ana Castro soube corresponder com excelente domínio técnico e uma comovente entrega emocional. Refira-se, de passagem, que a cravista manteve um nível de energia ao longo de todo o concerto que nos prendeu da primeira à última nota. (…) Ana Castro surpreendeu-nos com a desenvoltura com que interpretou a soberba “Fantasia Cromática”, de Sweelinck, uma obra de grande fôlego devido ao seu intrincado contraponto e complexa arquitetura. ”

  • 2002

    Reconstruir o passado em música

    Público - Julho 02 | Crítica de música por Rui Pereira (24º Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim)

    “Na Póvoa de Varzim, Andrew Manze dirigiu a Academia de Música Antiga e tocou violino a solo com Ana Mafalda Castro no cravo e Alison McGilivray no violoncelo em dois concertos do mais alto nível. (…) Cabe-nos uma palavra de apreço para a forma como Ana Mafalda Castro o acompanhou, pontuando pelo rigor e um extremo bom gosto na arte do baixo cifrado.”

  • 2002

    Memórias da Póvoa

    Público - Agosto 02 | Crítica de música por Augusto M. Seabra (XXIV Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim)

    “(…) tão altas companhias dos dois músicos como Ana Mafalda Castro e Miguel Borges Coelho (…) É de supor que para Ana Mafalda Castro o momento tivesse mesmo algo de uma “prova de fogo”.

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